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O esforço repetido da articulação
do quadril pode provocar a lesão da fibrocartilagem
responsável por amortecer os impactos (labrum),
resultando na degeneração da articulação.
o do labrum e da cartilagem
articular, evoluindo para a degeneraçive indicar duas
auxiliares de limpeza para participar da gravDores
freqüentes na virilha são o principal sintoma de uma lesão
no labrum acetabular.
“Quando o problema não é detectado precocemente, o paciente
se torna um candidato a uma cirurgia para colocação de
prótese, já que chega a sentir dor mesmo quando está sentado”,
diz Lafayette Lage, especialista em Medicina Esportiva e
cirurgias de quadril e joelhos.
Segundo o médico, um exame
minucioso, que leve em conta o histórico do paciente e conte
com radiografias e ressonância magnética complementares é
fundamental, já que as lesões de quadril costumam acometer
pessoas que já nasceram com alguma deformidade, ainda que
durante muitos anos o problema tenha passado despercebido.
“Além da predisposição anatômica,
a sobrecarga esportiva pode ser proveniente de anos de
treinamento irregular em modalidades de longa duração ou em
atividades de movimentos bruscos e vigorosos de rotação e
compressão dos quadris”, diz o especialista.
Os quadris têm participação ativa
na geração de movimento, equilíbrio e força durante diversas
atividades, principalmente as rotacionais – tênis, golfe,
futebol, balé, karatê e tae-kwon-do. Essas modalidades
elevam os movimentos da articulação ao extremo, tornando o
praticante mais vulnerável ao aparecimento de lesões. Isso
também justifica o aumento no número de pessoas
diagnosticadas com ‘síndrome do impacto’ e artrose do
quadril.
Lage faz um alerta: “É comum os
pais – e até mesmo alguns médicos – atribuírem a dor a uma
distensão muscular, tratando paliativamente os sintomas,
enquanto o desgaste da articulação do quadril avança. Há
casos em que a
deformidade pode ser adquirida durante a fase de crescimento
– entre 10 e 14 anos – passando despercebida ou com sintomas
leves. Por isso, a detecção precoce requer uma importante
avaliação não só de ortopedistas, mas de fisioterapeutas,
reumatologistas, gastroenterologistas, ginecologistas,
urologistas e clínicos gerais”. |